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Este ano marido e eu combinamos de não comprar presentes um para o outro no dia dos namorados.

Mas não comprar, no entanto, não significa não comemorar a data não é mesmo? Inspirada no filme Julie & Julia, fiz crachás de corações como estes daqui, com cartolina dupla face, para usarmos durante o café da manhã.

Preparei waffles de coração, bolinho de paçoca (receita daqui, mas ao invés de fazer cupcakes fiz uma “marmita”), preparei café mocha e para finalizar, acendi luzinhas. Tudo no melhor estilo DIY!

Não sei o motivo, preciso investigar, mas desde sempre presentear pessoas queridas com amendoim crocante, é uma tradição de Páscoa por aqui. Assim como as casquinhas pintadas e as cestinhas de papel crepom.

Este ano pulei a etapa das casquinhas, mas ajudei a fazer a cestinha do meu sobrinho (para sua 1a. páscoa) e fiz algumas remessas de amendoim crocante (chamado carinhosamente de amendoim cri-cri pela minha prima).

Sei que já passou um pouco da hora, mas quem tiver interesse, ainda dá tempo de fazê-los. A receita é super fácil, e o amendoim fica muito gostoso. Além do quê, não precisa ser feito somente na páscoa, não é mesmo?

Amendoim cri-cri

1 xícara de amendoim torrado e sem pele

1 xícara de água

1 xícara de açúcar

1 colher de acholatado em pó (opcional) -  Se quiser que o amendoim fique branquinho, use somente o açúcar.

Modo de preparo: Misture todos os ingredientes numa panela. Deixe ferver até dar o ponto de fio (pode demorar um pouquinho, paciência nesta hora). Desligue o fogo e vá mexendo. Conforme a temperatura vai diminuindo, a mistura vai ficando açucarada.

Depois é só deixar esfriar bem e armazenar num pote de vidro (de preferência hermético).

Feliz Páscoa!

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Eu sou daquelas pessoas bem teimosas que quando põem alguma coisa na cabeça não há solução. Eu já tinha comprado a balança e a batedeira, mas ainda não tinha encontrado de jeito nenhum as grades para biscoito. Quer dizer, até encontrei, numa loja no RJ que só aceita pedido mínimo de R$200 (que loja virtual faz isso hoje em dia, hein?). Portanto, quando recebi o aviso de que as grades estavam de volta às prateleiras desta loja, não hesitei e encomendei duas.

Vejam bem, eu poderia ter improvisado uma grade qualquer se não fosse tão detalhista e metódica. Isso me lembrou, inclusive, que nos idos de 2004, quando patchwork parecia algo inalcançável , uma amiga disse que para começar a me aventurar com tecidos eu precisaria somente de uma boa tesoura e os moldes poderia fazer de papelão. Não querendo desfazer do conselho desta amiga querida que foi otimista e quis me incentivar, mas se você quiser realmente aprender patchwork, providencie sim uma boa tesoura para cortar tecidos, mas por favor: acrescente o trio(placa + régua + cortador). Os moldes de papelão funcionam num primeiro momento, mas imagine fazer uma colcha king size com eles…
É o caso dos apetrechos culinários:  não dá para usar faca depois de conhecer um descascador de legumes =D

Para quem está começando no patchwork agora e já se assustou com o preço dos materiais, uma dica preciosa: NUNCA, em hipótese alguma deixe sua placa pegar sol. Quando comprei meu primeiro trio recebi esta recomendação da minha professora, e esqueci de avisar minha mãe… adivinhem o que aconteceu?

A nova moradora

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todo mundo pode, pode tudo…

Pode preto, pode branco, pode verde, com bolinha roxa…

Feriado, dia lindo e  Adriana Partimpimpim tocando no meu ipod. Como faço parte do time dos que não gostam nenhum pouco do carnaval, estou aproveitando para ficar de preguiça em casa, colocando os episódios de american idol e as leituras em dia.

bolo de banana e canela

Ontem, depois de visitar meu pai no sítio, voltamos com o porta-malas do carro cheio de bananas (já falei que ele é exagerado?), e mesmo depois da redistribuição sobrou uma porção delas em nossa fruteira. Pensando em algumas   formas de usá-las (more…)