Archives for the month of: June, 2009

Ando com crise de identidade para escrever aqui no blog. Assuntos que não rendem um post vão para o twitter, e os que rendem muitas vezes não tem saído da minha cabeça. Fico pensando, pensando, tentando dosar entre o “pessoal demais” ou “artesanal demais”,  e quando vejo o tempo já passou!

Dos assuntos que comentei semana passada e gostaria de retomar aqui:

* # MJ – o assunto mais falado 5a. à noite (e provalmente um dos mais falados nos últimos dias), sendo o twitter fonte** para alguns  jornalistas!

* O tão esperado livro Amanhecer que chegou 2 dias antes do previsto, mas entrou na fila porque ainda estou lendo este aqui.

* Pessoas inconvenientes com perguntas inoportunas! (@brunam fui convidada p/ o chá de bebê de uma pessoa querida, mas não quero ir. HELP! Estou fugindo de bebês, barrigas e perguntas inconvenientes).

* Comunicação da eliminição- comunicação ou condicionamento?  (gostaria de saber da opinião das mães!)

** Para quem ainda acha que no twitter só se joga conversa fora, vale a pena ler estes textos aqui.

Se procurar bem, você acaba encontrando
não a explicação (duvidosa) da vida,
mas a poesia (inexplicável) da vida.
*Carlos Drummond de Andrade

Eu não quero ficar só falando de artesanato aqui no blog, mas querendo ou não esta tem sido a área mais produtiva da minha vida.
Ando tão entediada com meu trabalho, que acho que acabo compensando no patchwork.
Ainda tem o detalhe de que depois que se aprende a costurar, as coisas prontas perdem a graça. Pelo menos eu ando numa fase completamente “faça-você-mesmo”, marido até anda pegando no meu pé.

Joca

Há umas 2 semanas fez um frio daqueles, e eu cismei que o Joaquim precisava de uma roupinha.
Como não gostei de nada do que encontrei por aí, decidi eu mesma fazer uma roupa para ele com este molde . Usei um pedaço de flanela que tinha em casa para a parte externa, e soft por dentro para ficar bem quentinho.
Troquei o velcro do projeto original por botão de pressão ( porque eu tenho pavor de velcro, e numa tentativa anterior percebi que o Joca também não gosta =P),  e enquanto cortava empolgada o tecido decidi fazer um bolso.
Foi um daqueles projetos vapt-vupt, ficou pronto em menos de uma hora e me deixou super satisfeita. Tanto que já estou até pensando num 2º modelito.


Em tempo: mês que vem vou me tornar titia! Já falei para quase todo mundo, e já prometi mil coisas para o pequeno (ou melhor: para a mãe dele! rs).

etiqueta
Em fevereiro, quando não sabíamos o sexo ainda, eu fiz este cobertorzinho. Agora que já sabemos que é o Henrique que vem por aí, peguei o cobertor emprestado e fiz uma etiquetinha  usando um pedaço de tecido da mesma coleção do cobertor (Benartex- At the park by Wilma Sanchez).
Agora sim: um cobertor charmoso, quentinho e com dedicatória!

caderno

Eu sempre gostei de comprar revistas e acompanhar blogs de decoração, mas desde que assinamos o contrato do novo apto,  resolvi dar uma organizada no negócio.

caderno

Comecei destacando tudo o que me interessava nas revistas que tinha em casa (para que serve uma pilha de revistas se quando você quer algo não encontra?) e mandei revelar algumas imagens encontradas na internet.

dsc_0261
Comprei um caderno com páginas brancas*  e fui colando tudo de forma mais ou menos organizada (confesso que volta e meia me sinto novamente uma adolescente com aquelas agendas cheias de papéis!).

caderno
Além dos recortes, tenho anotado materiais e fornecedores, assim como combinações de cores que me chamam a atenção, e que também podem ser utilizadas no patchwork.
A mudança em si só deve ocorrer em meados do próximo ano, mas o caderno de recortes já nos ajudou inclusive a definir os acabamentos da casa nova!

*Usei um caderno costurado, simples, da Tilibr@ e customizei a capa com este tecido japonês de casinhas. Para colar o tecido, usei cola Acrilex (Multicolage têxtil).
Ainda coloquei ilhoses na parte de trás para passar o elástico amarelo que prende o caderno.

Somos criaturas que buscam sentido [...] que tem que lidar com o inconveniente de serem lançadas num universo que, intrinsecamente, não tem sentido algum.

*Irvin D. Yalom- trecho de Mamãe e o sentido da vida